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Avaliação de Alergias e Saúde Geral por Biorressonância

Avaliação por Biorressonância: o que ela pode (e não pode) dizer sobre sensibilidades alimentares

Entenda como funciona a avaliação com aurímetro no Instituto Denise De Santi e por que ela não diagnostica alergias nem substitui exames médicos.

Por Denise De Santi
Avaliação por Biorressonância: o que ela pode (e não pode) dizer sobre sensibilidades alimentares

Uma leitura integrativa sobre a sua relação com os alimentos

Se você já sentiu desconfortos depois de comer certos alimentos e não encontrou uma resposta clara nos exames convencionais, é natural buscar outras formas de compreensão. A avaliação de Alergias e Saúde Geral por Biorressonância, realizada em Lisboa no Instituto Denise De Santi, é uma dessas ferramentas complementares.

Este artigo explica o que essa avaliação realmente faz, como ela é conduzida e — o mais importante — o que ela não pode fazer por você.

O que é a avaliação por biorressonância

A avaliação combina dois momentos: uma leitura geral do seu estado biofísico e uma análise por biorressonância, feita com o auxílio de um aurímetro. O objetivo é observar o seu campo bioenergético e possíveis respostas do organismo a determinados estímulos, incluindo alimentos que podem estar mais ou menos compatíveis com você naquele momento.

Em outras palavras, é uma prática que busca oferecer uma leitura complementar sobre a sua relação com certos alimentos — não um exame clínico, não um teste laboratorial e não um diagnóstico médico.

O que essa avaliação não pode dizer (e isso importa muito)

Antes de descrever as etapas, é essencial ser direto sobre os limites deste serviço. A avaliação por biorressonância não diagnostica alergias alimentares. Ela não substitui exames laboratoriais, testes cutâneos, dosagens de IgE ou qualquer avaliação feita por um médico alergologista.

Alergias alimentares reais podem envolver reações graves e, em alguns casos, risco de vida. Se você suspeita de uma alergia — especialmente se já teve reações como inchaço, falta de ar, urticária ou qualquer sintoma súbito e intenso — o caminho correto é procurar um médico alergologista e realizar os exames apropriados. A avaliação por biorressonância pode, no máximo, funcionar como uma leitura complementar do seu campo bioenergético, ao lado do acompanhamento médico — nunca no lugar dele.

Essa distinção não é um detalhe burocrático. É o ponto mais importante para você entender antes de agendar esta avaliação.

Como funciona o aurímetro

O aurímetro é o equipamento utilizado para observar o campo bioenergético durante a sessão. Ele permite ao terapeuta acompanhar possíveis variações e padrões de resposta do organismo diante de diferentes estímulos, incluindo referências a determinados alimentos.

A leitura não é um teste bioquímico do sangue, da pele ou do sistema imunológico — é uma observação do campo energético da pessoa, dentro de uma abordagem integrativa. Por isso, os resultados devem ser compreendidos como indicações a explorar, não como conclusões definitivas sobre o seu corpo.

As quatro etapas da avaliação

A sessão em Lisboa segue quatro etapas, pensadas para tornar a experiência clara e acolhedora do início ao fim.

1. Acolhimento e histórico

Você é recebida com atenção e tem espaço para compartilhar o que considerar relevante: exames recentes, histórico de alergias ou intolerâncias já diagnosticadas, e sintomas recorrentes que gostaria de entender melhor. Levar esse material não é obrigatório, mas pode enriquecer a conversa inicial.

2. Avaliação biofísica geral

Nesta etapa, é feita uma leitura geral do seu estado biofísico, com o objetivo de identificar possíveis desequilíbrios no campo bioenergético. É uma espécie de panorama inicial, antes de entrar na análise mais específica sobre alimentos.

3. Análise por biorressonância

Com o auxílio do aurímetro, o terapeuta observa o campo bioenergético e as possíveis respostas do organismo a determinados estímulos e alimentos. É o momento central da sessão, em que são exploradas as sensibilidades e incompatibilidades alimentares aparentes.

4. Orientações integrativas

Ao final, são compartilhadas as observações sobre possíveis compatibilidades e incompatibilidades identificadas durante a análise. Essas orientações são sempre apresentadas como parte de uma prática complementar — um convite à reflexão e ao autoconhecimento, não uma sentença sobre o que você pode ou não comer.

Que tipo de informação você pode esperar

A avaliação pode indicar alimentos aparentemente mais ou menos compatíveis com o seu campo bioenergético no momento da sessão, além de uma visão geral sobre possíveis desequilíbrios energéticos. Isso pode servir como um ponto de partida para observar sua rotina alimentar com mais atenção e curiosidade.

O que ela não oferece são diagnósticos fechados, listas definitivas de alimentos proibidos ou qualquer substituto para uma investigação médica de sintomas persistentes ou preocupantes.

Para quem essa avaliação é indicada

Esta prática costuma fazer sentido para quem:

  • deseja compreender melhor sua relação com determinados alimentos, de forma exploratória;
  • busca uma abordagem integrativa complementar ao cuidado com desconfortos alimentares já investigados clinicamente;
  • quer aumentar a consciência sobre o próprio corpo e seus hábitos;
  • procura um espaço de escuta e observação, com histórico de exames e sintomas em mãos, quando disponíveis.

Não é indicada como primeira ou única resposta diante de sintomas graves, reações alérgicas confirmadas ou suspeitas de risco à saúde — nesses casos, o caminho é sempre médico primeiro.

Como se preparar

Não é obrigatório levar exames ou laudos anteriores, mas histórico de alergias, intolerâncias já diagnosticadas ou sintomas recorrentes podem ajudar a enriquecer a conversa inicial e dar mais contexto à sessão. Chegar com essas informações organizadas costuma tornar o acolhimento mais completo.

Um convite ao autoconhecimento, com os pés no chão

A avaliação por biorressonância pode ser um espaço interessante para observar sua relação com a alimentação sob uma nova perspectiva, integrando corpo, energia e escuta. Ela ganha mais sentido quando é vista exatamente pelo que é: uma prática complementar de autoconhecimento, conduzida com cuidado, e não uma alternativa ao diagnóstico médico ou alergológico. Quando os dois caminhos — o integrativo e o clínico — caminham lado a lado, cada um no seu lugar, é possível cuidar de si com mais informação e mais consciência.